Instituição

Missão e Objetivos

Prosseguir uma atitude centrada no doente e na promoção da saúde na comunidade, bem como a prestação de cuidados de saúde com qualidade, eficácia e eficiência, num quadro de desenvolvimento económico e financeiro sustentável.

Prestar cuidados de saúde diferenciados, em articulação com os cuidados de saúde primários e com os hospitais integrados na rede do Serviço Nacional de Saúde, com qualidade e eficiência elevados.

Colaborar na promoção da saúde, no ensino, na investigação e no desenvolvimento científico e tecnológico, procurando assegurar a cada doente os cuidados que correspondam à sua necessidade.

Missão e Objetivos

Prosseguir uma atitude centrada no doente e na promoção da saúde na comunidade, bem como a prestação de cuidados de saúde com qualidade, eficácia e eficiência, num quadro de desenvolvimento económico e financeiro sustentável.

Prestar cuidados de saúde diferenciados, em articulação com os cuidados de saúde primários e com os hospitais integrados na rede do Serviço Nacional de Saúde, com qualidade e eficiência elevados.

Colaborar na promoção da saúde, no ensino, na investigação e no desenvolvimento científico e tecnológico, procurando assegurar a cada doente os cuidados que correspondam à sua necessidade.

O Hospital em Viseu – Breve Evolução Histórica

 

O Centro Hospitalar Tondela-Viseu E.P.E. (CHTV, E.P.E.) foi criado em 2 de Março de 2011 através do Decreto-Lei nº 30/2011 por fusão do Hospital de São Teotónio, E.P.E com o Hospital Cândido Figueiredo.

A sua sede localiza-se na Av. Rei D. Duarte, 3504-509 Viseu; as unidades de saúde que lhe deram origem consideram-se extintas para todos os efeitos legais, sendo que o CHTV, E.P.E. sucede em todos os direitos e obrigações às referidas unidades.

A história destes dois hospitais remonta ao séc. XVIII, sendo preponderante o papel das Misericórdias ou Santas Casas da Misericórdia que surgem em Portugal no ano de 1498.

Far-se-á uma breve resenha da evolução destas duas instituições desde o seu nascimento até aos nossos dias.

Em Viseu a história remonta a 1565/1585 com o Hospital das Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo (edifício actualmente ocupado pela Polícia de Segurança Pública) instituído por Jerónimo Braga e sua mulher Isabel d’ Almeida, junto da Igreja de S. Martinho (templo extinto), para nele se tratarem os doentes que não excedessem 3 meses de curativo. A sustentação dos doentes ficou a cargo da Santa Casa bem como a sua admissão. (Aragão, Maximiano de)

 

Com o tempo foi-se deteriorando e tornou-se exíguo para o movimento da população de Viseu e arredores, pelo que o Bispo D. Júlio (Julius Francisco de Oliveira) o reedificou e ampliou à sua custa entre os anos de 1758 e 1760; nesta data existiam duas enfermarias para homens e mulheres com 48 lugares além dos do venéreo; juntamente, ainda uma casa especial separada com Roda para crianças enjeitadas.

O mesmo Bispo D. Júlio, no ano de 1764, doou à Misericórdia, para o Hospital, a importante soma de dez contos de reis em dinheiro. Recebeu ainda a Santa Casa muitas esmolas de diferentes Bispos e particulares; Caetano Moreira Cardoso, da cidade de Viseu, legou à Misericórdia um Olival sito a S. Martinho, junto à Quinta do Serrado para aí se edificar um novo Hospital; mais tarde, os Marqueses de Sub-Serra deram também um olival que existia dentro da cerca do Hospital.

Nos finais do séc. XVIII, dispondo já de bastantes recursos e sendo o seu Hospital muito pequeno o Bispo D. Júlio resolveu edificar outro mais novo. É o denominado Hospital Novo ou Hospital da Misericórdia (actualmente edifício que integra uma das Pousadas de Portugal, inaugurado em 2009), cuja primeira pedra foi lançada pelo Bispo D. Francisco Moreira Pereira de Azevedo no dia 29 de Março de 1793.

 

  1. Maria I, por provisão de 12 de Fevereiro de 1799, obrigou todos os Concelhos da antiga comarca de Viseu a pagarem um real de contribuição por cada quartilho de vinho e arrátel de carne em favor das obras do dito Hospital; muitos concelhos alegando a sua distância à sede da comarca, não quiseram sujeitar-se à contribuição. Alguns foram compelidos judicialmente, outros, nada pagaram, pelo que, mais tarde, aberto o novo Hospital, a Misericórdia se recusou a aceitar doentes pobres daqueles concelhos e só mediante uma avença com a Câmara respectiva os aceitaria.

Ignora-se quem fez a Planta do Hospital mas sabe-se que o Mestre Pedreiro- Jacinto Mattos de Vilar de Besteiros arrematou a construção das paredes por réis – 30.000.000 e o Mestre Manuel Ribeiro de Viseu arrematou as obras de madeiramento e ferragens por 13.600.000 réis.

A construção correu lentamente e esteve alguns anos suspensa por falta de dinheiro e por causa da Guerra da Península e Guerras Civis posteriores.

Recebeu o Hospital os primeiros doentes em 1842, estando ainda inacabado. É neste ano que se faz o grande portão de ferro da entrada para o edifício (onde se pôs a data). O frontispício é encimado por 3 estátuas que representam a Fé, a Esperança e a Caridade.

Em 1876 fez-se a bela escadaria semicircular exterior, na entrada para o grande terreiro ajardinado em forma de paralelogramo e que toma toda a frente do edifício – terreiro ajardinado e circundado por pilares de pedra e formosa gradaria de ferro, que fecha o terreiro por três lados, tendo em cada uma das três faces um portão de ferro também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

           

           

 

 

 

 

 

            “Este edifício é considerado o primeiro de Viseu pela sua vastidão, majestade e solidez, e           pelo aceio que se nota n’elle todo, pela sua vantajosa situação e pelo seu bom serviço           clínico, é hoje o primeiro hospital d’esta província e um dos primeiros do nosso paiz”.           (LEAL, Augusto)

            No dia 18 de Fevereiro de 1963, comemoração do VIII Centenário da Canonização do Prior     São Teotónio, considerando que o Hospital da Misericórdia de Viseu não tinha patrono e que    São Teotónio, notável figura da Igreja e da Pátria foi Prior da Sé de Viseu, e é o patrono    principal da cidade e da diocese de Viseu, a Mesa da Santa Casa da Misericórdia resolveu            dar ao Hospital o nome de São Teotónio (ALMEIDA, Reinaldo)

 

Com a Revolução de Abril de 1974 e conforme o Decreto-Lei N.º 704/74, de 7 de Dezembro, o Hospital passa a ser conhecido por Hospital Distrital de Viseu e a ser gerido por uma Comissão Instaladora até 1980, data da tomada de posse do 1º Conselho de Gerência.

Em funcionamento durante mais de 150 anos torna-se urgente erguer um novo hospital; a construção inicia-se em 1993, num terreno já adquirido pelo Estado em 1970. O actual Hospital entra em funcionamento em Julho de 1997.

Depois de algumas controvérsias quanto à sua denominação – despacho do Ministério da Saúde publicado no DR nº 91, 2ª Série de 1995-04-18, Pág. 6827 – “Hospital Grão Vasco de Viseu”, um ano mais tarde, em Maio de 1996 e em memória de São Teotónio, por Despacho 160/96 do Ministério da Saúde de 1996-05-26, “recuperou” o seu nome:

 

… O Hospital Distrital de Viseu, actualmente designado por Hospital Grão Vasco de Viseu,       passa a ser denominado por Hospital de São Teotónio – Viseu.

 

Ocupando uma área de implantação com cerca de 15 hectares, é limitado, a Norte, pela Estrada da Circunvalação, a Nascente, pela radial de São Caetano, a Sul, pela periférica da Quinta da Pomba e, a poente, pela EN 592. Esta organização viária circundante permite uma acessibilidade fácil e rápida ao Hospital, tanto para quem venha do centro como de fora da cidade. Tem um traço arquitectónico específico, com áreas ajardinadas e cuidadas e implantação de árvores. Possui 1160 lugares de estacionamento dos quais 85 ficam situados no piso 0. Actualmente laboram na Instituição cerca de 2220 colaboradores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na alameda principal, os elementos de água transmitem uma agradável sensação de musicalidade e frescura.

Pensado de raiz, os arruamentos internos permitem uma boa fluidez da circulação, complementada por uma eficaz sinalização que permitirá uma resposta eficaz na evacuação de doentes e pessoal em caso de incêndio ou catástrofe.

O sistema modulado que presidiu à sua concepção, garante grande flexibilidade e versatilidade ao edifício, permitindo, se necessário, alterações e/ou ampliações, sem que haja uma descaracterização do seu modelo.

Serve aproximadamente 500.000 habitantes.

É um Hospital de agudos, dotado de 636 camas e 40 berços, que se distribuem pelos Serviços de Anatomia Patológica, Angiologia e Cirurgia Vascular, Cardiologia, Cirurgia Geral, Gastroenterologia, Ginecologia, Hematologia Clínica, Imagiologia, Medicina Física e Reabilitação, Medicina Interna, Nefrologia, Neonatologia, Neurocirurgia, Neurologia, Obstetrícia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Patologia Clínica, Pediatria, Pneumologia, Psiquiatria, Urologia, Unidade de Cuidados Intermédios Cirúrgicos, UCIC, UCIP e Unidade de Medicina Fetal. Dispõe ainda das valências de Dermatologia, Diabetologia, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Plástica, Infecciologia, Doenças Auto imunes, Dor, Hipertensão, Imunoalergologia, Imunohemoterapia, Oncologia Médica, Reumatologia, Medicina do Trabalho, Psicologia, apoio Nutricional e Dietética; possui também modernas e adequadas estruturas de apoio para o diagnóstico e a terapêutica.

De forma a permitir uma interacção com a comunidade, o Hospital dispõe ainda de Gabinete do Utente, Serviço de Apoio Religioso, Biblioteca e Anfiteatro.

 

Pela particularidade de se localizar num edifício distinto é adequado um breve apontamento sobre o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental. A assistência Psiquiátrica no Distrito de Viseu até Fevereiro de 1969 era assegurada por Brigadas da Delegação da Zona Centro do Instituto de Assistência Psiquiátrica, que se deslocavam às Instalações dos Hospitais de Viseu e Lamego. A partir de 12 de fevereiro de 1969 entra em funcionamento o Dispensário de Higiene Mental de Viseu (Despacho Ministerial publicado no Diário do Governo nº. 52 de 13 de março de 1969) e em 03 de julho de 1970 entra em funcionamento o Dispensário de Higiene Mental de Lamego.

Em janeiro de 1971 entra em funcionamento um Lar para doentes mentais com vista ao internamento de situações clínicas de menor gravidade e através da Portaria nº 381/71 publicada no Diário da República nº 166 de 16/07/1971 é criado o Centro de Saúde Mental de Viseu (C.S.M.V.), que integra, à data, os Dispensários de Viseu, Lamego e o Lar.

O C.S.M.V. sediado num edifício de Abraveses é dotado de instalações adequadas ao internamento da generalidade dos doentes do foro psiquiátrico com lotação oficial de 210 camas; em 1977 é criado o Serviço de Apoio Domiciliário e em 1988 entra em funcionamento o Hospital de Dia, com uma lotação de 10 doentes.

 

 

Em 01 de agosto de 1992, pela Portaria nº 750/92, publicada no D.R. nº 176, Série I B que transfere as atribuições dos centros de saúde mental para vários hospitais, é extinto o C.S.M.V. e criado o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do então Hospital Distrital de Viseu.

 

Na linha da actuação governamental com vista a uma reestruturação do Serviço Nacional de Saúde, e através do Decreto-Lei n.º 287/2002 de 10 de Dezembro, o Hospital é transformado em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, com a designação de Hospital de São Teotónio, S.A..

Na sequência da adesão ao Programa de Auditoria Organizacional / Acreditação do King’s Fund Health Quality, é atribuído ao Hospital São Teotónio de Viseu o Estatuto de Acreditação definitiva-total a 29 de Março de 2004.

Três anos mais tarde, pelo Decreto-Lei n.º 233/2005 de 29 de Dezembro passa e ser Entidade Pública Empresarial com a denominação de Hospital de São Teotónio, E. P. E.

 

 

CHTV E.P.E. 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em Tondela a história começa a delinear-se em finais de 1800, com criação de uma associação de carácter social – Sociedade de Beneficência de Tondela, que se constitui na então vila em 24 de Abril de 1897, por iniciativa de Inácio Pereira do Vale, com o fim de fundar e sustentar um Hospital destinado aos tratamento dos doentes pobres do concelho.

 

Na obra de Amadeu Ferraz de Carvalho pode ler-se:

            «Partiu a iniciativa do saudoso tondellense, Ignácio Pereira do Valle, homem d’uma      bondade imperiosa e communicativa, a quem a pratica espontânea, constante, sem        desfallecimentos de acções generosas, sempre norteada por um são criterio moral, era       imposta como que por uma necessidade constitucional da propria natureza.

            … Amando como ninguém a sua terra, tendo uma perfeita intuição das suas necessidades e        vivamente condoído pelos horrores com que a doença agrava a triste condição das classes   mais desfavorecidas, soube congregar em volta de si um grupo de conterrâneos e de pessoas   de família que desde logo comprehenderam o alcance e viabilidade do seu plano e viram que        a sua execução, uma vez posta em começo, certamente seria ajudada por boas vontades    dispersas e caridosas intenções … (Carvalho, Amadeu)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tal intenção encontrou eco na comunidade tondelense…

            … Constituida assim a sociedade e recebendo do seu inspirador um vigoroso impulso,    metteram, sem delongas, os seus resolutos fundadores mãos à obra e passados poucos annos,     senhores dum vasto e adequado trato de terreno, de grande valor, generosamente dado por            D. Felicia Falcão ….. e dispondo da somma de alguns contos de reis, producto da subscrição          iniciada após a fundação da sociedade … pois à custa d’aquella quantia e d’outros donativos que entretanto foram afluindo…(Carvalho, Amadeu)

 

No dia 18 de Julho de 1915 é inaugurado o hospital do concelho de Tondela – Hospital de Santa Maria.

numa modesta cerimónia, sem figuras públicas de destaque, sem cortes de fitas,          descerramento de lápides ou mesmo grandes discursos   … trabalham neste Hospital alguns            médicos residentes em Tondela, sob a liderança do Doutor Jerónimo Lacerda ….“julga ser       de toda a conveniência para a vida económica e financeira do Hospital, a cargo da    Sociedade de Beneficência, a transformação da mesma em uma Misericórdia…(Cinquentenário da Fundação da Santa Casa da Misericórdia de Tondela)

 

Já no ano de 1949 e face ao elevado movimento assistencial do Hospital de Santa Maria, foi verificada a necessidade da sua remodelação e ampliação. O Senhor Ministro do Interior visita o Hospital no mês de Agosto de 1949, inteirando-se da precariedade do funcionamento dos serviços; posteriormente a Direcção Geral das Construções Hospitalares manifesta-se a favor da construção de um edifício novo “com todos os modernos e necessários requisitos” nos terrenos anexos ao Hospital, com a frontaria voltada para a Avenida Marechal Carmona (hoje Avenida General Humberto Delgado).

 

Foi em Fevereiro de1952, recebido, da Direcção Geral das Construções Hospitalares, o processo para ser posto em arrematação a construção do novo edifício do Hospital, cuja base de licitação era de 2.031.500$00. As obras iniciam-se em meados deste ano sendo também nesta altura criada a Santa Casa da Misericórdia de Tondela, em substituição da Sociedade de Beneficência.

 

A inauguração da nova unidade hospitalar – o Hospital da Misericórdia de Tondela – ocorreu no dia 4 de Setembro de 1955, podendo ler-se no jornal “Folha de Tondela” de 23 de Janeiro de 1955 o seguinte:

 

            “Santa Casa da Misericórdia de Tondela

            Hospital Novo

            Podemos dar ao concelho a grata notícia que está concluído o edifício do novo hospital.             Construído com todos os requisitos modernos é, no dizer dos entendidos, um dos melhores do           País. A fotografia que publicamos tirada já há tempos, mostra-nos a consulta externa e a            fachada principal.

 

 

 

 

 

 

 

 

Passados 20 anos, dá-se a nacionalização do Hospital, na sequência da progressiva estruturação do serviço nacional de saúde. Por força do Decreto-Lei 618/75 do Ministério dos Assuntos Sociais, as disposições constantes dos artigos 1.º a 7.º do Decreto-Lei n.º 704/74, de 7 de Dezembro, são aplicadas aos hospitais concelhios pertencentes a pessoas colectivas de utilidade pública administrativa.

 

Uns anos mais tarde, por Despacho do Ministro da Saúde de 2 de Novembro de 1993, o Hospital Distrital de Tondela passa a ser designado de Hospital de Cândido Figueiredo.

 

            Lexicólogo, poeta, escritor e jornalista, Cândido Figueiredo nasceu em Lobão, concelho de        Tondela, em 1846, tendo dedicado o melhor dos seus 80 anos de vida à defesa, promoção e     divulgação da língua portuguesa … O seu nome ficará, porventura, sobretudo recordado a       propósito do monumental dicionário de português que publicou, notável para a época.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Unidade de Tondela 2014

 

 

 

Actualmente, com a criação do CHTV E.P.E e a fusão dos dois hospitais, em Tondela funcionam as Unidades de Cuidados Paliativos e Cirurgia de Ambulatório, o Serviço de Medicina, o Serviço de Urgência Básica, a Unidade de Reabilitação e a Consulta Externa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, assentando em princípios como a dignidade humana, a equidade, a ética e a solidariedade. Direitos mais específicos foram estabelecidos no quadro legislativo da saúde. Direitos e deveres aparecem, actualmente consagrados na “Carta dos Direitos e dos Deveres dos Doentes”, da responsabilidade do Ministério da Saúde:

 

 

 

 

 

 

 

           

 

 

            “A Carta dos Direitos e dos Deveres dos Doentes representa, assim, mais um passo no caminho da dignificação dos doentes, do pleno respeito pela sua particular condição e da humanização dos cuidados de saúde, caminho que os doentes, os profissionais e a comunidade devem percorrer lado a lado”.

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia

 

ALMEIDA, Reinaldo Cardoso Correia de – Santa Casa da Misericórdia de Viseu: Subsídios para a sua história. Viseu: Santa Casa da Misericórdia, 1985.

ARAGÃO, Maximiano de. Viseu: Instituições Sociais. Lisboa: Seara Nova, 1836

CARVALHO, Amadeu Ferraz de. Hospital do Concelho de Tondela (em construcção). Porto: Officinas do Commercio do Porto, 1908.

DECRETO-LEI nº 30/2011. D.R. I Série. 43 (2011-03-02)

DECRETO-LEI nº 233/2005. D.R. I Série. 249 (2005-12-29) 7323-7333

DECRETO-LEI nº 287/2002. D.R. I Série A. 285 (2002-12-10) 7685-7693

DECRETO-LEI nº 618/75. Diário do Governo I Série. 261. (1975-11-11) 1788

DECRETO-LEI nº 704/74. Diário do Governo I Série. 285. 1º Suplemento (1974-12-07) 1534 (5) -1534 (6)

DESPACHO 160/96. D.R. II Série 119 (1996-05-26) 6827

DESPACHO de 950328. D.R. II Série 91 (1995-04-18) 4191

DESPACHO de 931102. D.R. II Série 275 (1993-11-24) 12437

DESPACHO MINISTERIAL de 690303. Diário do Governo I Série 52 (1969.03.03) 252

LEAL, Augusto S.A.B. Pinho – Portugal Antigo e Moderno. Vol. 12. Lisboa, 1890.

Portaria nº 381/71. Diário do Governo I Série. 166 (1971-07-16) 1024

Portaria nº 750/92. D.R. I Série B. 176 (1992-08-01) 3610-3611

Santa Casa da Misericórdia de Tondela. Cinquentenário da Fundação da Santa Casa da Misericórdia de Tondela. Tondela, 2003.